Dia Nacional da Conservação do Solo e a importância de recuperação de áreas degradadas

quarta, 06 de abril de 2016

Hoje é comemorado o Dia Nacional da Conservação do Solo em homenagem ao nascimento do Dr. Hugh Hammond Bennett, reconhecido conservacionista do solo nos Estados Unidos. A data foi promulgada no Brasil em 1989 e tem como finalidade propor a reflexão sobre a conservação dos solos, a necessidade da utilização adequada desse recurso e a importância de recuperação de áreas degradadas.

O solo é o resultado da degradação e enfraquecimento de rochas por agentes físicos, químicos e biológicos, assim como a matéria orgânica. Nesse ambiente a vegetação se desenvolve e forma paisagens distintas, além de permitir a sobrevivência de diversas espécies que interagem entre si e com o meio. Mais do que isso, o solo é a base para a produção de alimentos, opera como filtro e reservatório de água e é essencial para a existência humana e o desenvolvimento sustentável.

Apesar da importância da conservação do solo e de sua utilização adequada, é muito comum ver o descaso do ser humano com esse recurso. Entre os problemas ambientais mais comuns, um dos mais preocupantes é a erosão do solo, pois pode ocasionar à degradação de solo e de sua capacidade produtiva; realizar o aporte de sedimentos nos rios, reservatórios, lagos, lagoas e oceanos, levando ao assoreamento e à contaminação dos mananciais, além de provocar degradação dos ecossistemas como um todo.

Dessa forma, é importante desenvolver o estudo do solo a fim de não resumir a questão ao manejo e conservação do solo e da água, mas também planejar o uso da terra para diversas finalidades, como assentamento rural, projeto de irrigação, manejo de bacia hidrográfica e outros fins não agrícolas. 

 

PLANO DE RECUPERAÇÃO DE ÁREAS DEGRADADAS

Além das questões ambientais, a degradação do solo tem impacto em aspectos sociais e econômicos, afetando toda a sociedade. Dessa forma, é cada vez mais urgente que sejam elaboradas e aplicadas técnicas de restauração destas áreas.

Para isso, tem sido desenvolvido o Plano de Recuperação de Área Degradada (PRAD), voltado especialmente a aspectos do solo e da vegetação, que é uma espécie de estudo ambiental que reúne vários programas e ações que permitem minimizar o impacto ambiental causado por uma determinada atividade ou empreendimento.

O objetivo do PRAD é o retorno da área degradada a uma forma de utilização, segundo um plano predeterminado para o uso do solo, com a finalidade de conseguir estabilidade ambiental e ecológica. O plano é um importante instrumento de gestão ambiental para atividades que envolvem desmatamentos, terraplenagem, exploração de jazidas, recuperação de Área de Preservação Permanente e de Reserva Legal.

 

ATIVIDADES QUE LEVAM AO DESENVOLVIMENTO DE UM PRAD:

  • Inspeção ambiental da área a ser reabilitada;
  • Documentação fotográfica dos itens de passivo identificados;
  • Identificação dos processos de transformação ambiental que deram origem aos itens de passivo identificados;
  • Caracterização ambiental dos itens de passivo e de seus processos causadores;
  • Hierarquização dos itens de passivo, em termos de sua representatividade, assim como de seus processos causadores;
  • Estabelecimento de medidas corretivas e preventivas para cumprir com as necessidades de reabilitação ambiental da área.

 

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